quarta-feira, 30 de maio de 2012

A VERDADEIRA IDENTIDADE DE MUN HÁ


  • Você Lembra dos Thunder Cats ? Aquele famoso desenho que passava na tv nos anos 90.
  • Pois é, consegui descobrir a verdadeira identidade do vilão Mun Há, o ser eterno. Ele agora está aposentado e curtindo a vida, mora no interior de São Paulo e pasa as tardes tomando aquela cervejinha gelada na beira da piscina. Veja aí então o Seu Tilinho revelando tudo.

   


Luciano Almeida o ser não eterno...

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Rolling Stones completa 50 anos de carreira nesta sexta-feira.


Nesta sexta-feira, o Rolling Stones faz aniversário. Há exatos 50 anos, Mick Jagger e Keith Richards reuniram-se com Brian Jones e fizeram seu primeiro ensaio em Londres. Era o início de uma das maiores bandas de todos os tempos.
De lá para cá, o grupo lançou dezenas de álbuns, criou uma quantidade ainda maior de clássicos do rock e foi protagonista de uma série de escândalos.
Surgimento
Em 25 de maio de 1962, os Rolling Stones fizeram seu primeiro ensaio em Londres. Na época, o grupo nem tinha nome e era formado por Mick Jagger, Keith Richards e Brian Jones e mais o pianista Ian Stewart, que tocou com os Stones por vários anos, mas nunca foi membro oficial da banda. O primeiro show aconteceu em 12 de julho de 1962, com o grupo já batizado de Rolling Stones.
Blues
O nome The Rolling Stones foi escolhido por Brian Jones, baseado numa canção do bluesman Muddy Waters. Se não fosse o blues, a banda não existiria. Jagger e Richards, que haviam sido colegas de escola, só retomaram contato por causa de dois discos de blues que Jagger levava debaixo do braço, numa estação de trem. Richards viu os álbuns, puxou papo e só então reconheceu o antigo amigo.
Bad boys
Desde o início da carreira, os Rolling Stones cultivavam a imagem de bad boys do rock, em oposição aos "bonzinhos" Beatles. Um dos principais responsáveis pela má fama do grupo era o empresário Andrew Loog Oldham, criador de slogans como 'você deixaria sua filha namorar um Rolling Stone?'. Ele também impediu que Ian Stewart fosse um integrante oficial da banda. O motivo? Ele era muito feio.
Satisfaction
"Satisfaction", lançada em maio de 1965, foi a primeira canção dos Rolling Stones a liderar tanto a parada britânica quanto a americana. Também foi a música que estabeleceu Jagger e Richards como compositores. Antes, compor era tão difícil para os dois que eles só começaram a escrever porque foram obrigados pelo empresário. Nos primeiros discos da banda, a maioria das faixas era cover.
Brian Jones
Quando os Rolling Stones surgiram, Brian Jones era uma figura tão importante na banda quanto Jagger e Richards. Mas, aos poucos, sua influência no grupo foi diminuindo, principalmente por causa de seu envolvimento pesado com drogas. Finalmente, em 1969, ele foi expulso do grupo. Três meses depois, foi encontrado morto na piscina de sua casa. Ele tinha 27 anos.
Altamont
Um dos dias mais trágicos dos Rolling Stones foi 6 de dezembro de 1969, data em que a banda tocou no festival de Altamont, na Califórnia. Um jovem de 18 anos, Meredith Hunter, foi assassinado por integrantes gangue de motociclistas Hell's Angels durante o show da banda. A morte aconteceu enquanto os Stones tocavam "Under My Thumb" - a cena está no documentário "Gimme Shelter". 

Cocksucker Blues
Durante toda a década de 1970, os Rolling Stones eram a perfeita tradução do lema sexo, drogas e rock'n'roll. O ponto alto - ou baixo, dependendo do ponto de vista - dessa época foi a turnê americana de 1972, captada no documentário "Cocksucker Blues". O filme, nunca lançado oficialmente, traz imagens de Jagger consumindo cocaína e groupies circulando nuas pelos bastidores dos shows.
Lendas
Keith Richards é um dos grandes sobreviventes do rock. Seu pesado consumo de drogas rendeu a ele temporadas na prisão e em clínicas de reabilitação. Rendeu também uma série de lendas: que a cartilagem de seu nariz teria sido substituída por titânio; que ele se submeteria a transfusões de sangue periódicas; e até que ele teria cheirando as cinzas do pai.
Substituições
Da formação que gravou o primeiro disco dos Stones, em 1964, sobraram apenas Jagger, Richards e o baterista Charlie Watts. O baixista Bill Wyman deixou o grupo em 1992 e o guitarrista Brian Jones morreu em 1969. O segundo foi substituído por Mick Taylor, que ficou na banda até 1974 e então deu lugar a Ron Wood. O guitarrista é titular do grupo desde então.
Copacabana
Em fevereiro de 2006, os Rolling Stones fizeram um show gratuito, na praia de Copacabana. Foi a terceira passagem da banda pelo Brasil, que já havia tocado no país em 1995 e 1998. Foi também o maior público já reunido pela banda - entre 1,5 milhão e 2 milhões de pessoas. O show fez parte da turnê "A Bigger Bang", que até então era a mais lucrativa de todos os tempos.

Luciano Almeida

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Tributo aos Paralamas do Sucesso no Programa Original de Fábrica dia 25 de maio de 2012.





Eram idos de 1983. A cena do novo rock brasileiro começava a florescer puxada pelo humor escrachado da Blitz e da Gang 90. Uma geração nascida já na ditadura militar começava a compor suas músicas e a transformar em arte o desejo de um novo país.
Se tocar na abertura do show de Lulu Santos no Circo Voador era o maior sonho de um trio de jovens músicos que ensaiavam no apartamento da avó do baixista, gravar um LP por uma das maiores empresas de música do mundo, seria o quê então?


Foi com essa empolgação que Os Paralamas do Sucesso entraram pela primeira vez em um estúdio. Impulsionados por uma série de shows para os amigos (e amigos-dos-amigos) nos pequenos palcos que se multiplicavam pelo Rio de Janeiro e pelo sucesso do demo de “Vital e Sua Moto” na Rádio Fluminense, eles encaravam sem muita responsabilidade a desconfiança que a linha-nobre da MPB tinha sobre eles.

Era uma geração que desprezava metáforas, tocava com guitarras na frente e pouco se importava em respeitar a suposta “tradição” da música brasileira.  Era esse o lema de quem só estava tirando chifra.  Era hora de mudar as coisas.

O tesão adolescente transbordava nas letras e nas bases das músicas. O riff de “Vital e Sua Moto” se espalhou Brasil a fora e convencidos de que a sobrevivência do rock no país dependia do sucesso de outros grupos, eles aproveitaram a chance que tiveram para jogar luzes sobre o máximo de bandas possíveis, seja fazendo covers nos shows ou citando elas em suas entrevistas. E eles estavam certos. A gravação de “Química”, por exemplo, serviu de estopim para que a EMI contratasse também o grupo de Renato Russo. Depois disso Brasília nunca mais foi a mesma. Depois disso, o rock brasileiro não foi mais o mesmo. Depois disso, é história.


Apesar dos Paralamas serem considerados parte da Turma de Brasília por terem vivido e criado amizade com as bandas locais, é uma banda formada no Rio. Herbert e Bi se conheceram ainda crianças em Brasília por serem vizinhos (o pai de Herbert era militar, e o de Bi, diplomata). Em 1977, Herbert foi para o Rio fazer o colégio militar, e reencontrou Bi, que foi fazer o 3º ano. Os dois resolveram formar uma banda, Herbert com sua guitarra Gibson e Bi com seu baixo comprado em uma viagem à Inglaterra. Aos dois depois se juntaria o baterista Vital. O grupo se separou em 1979 para fazerem o vestibular e em 1981 se reuniram novamente.



O grupo ensaiava em um sítio em Mendes, interior fluminense, e na casa da avó de Bi, em Copacabana na Zona Sul do Rio de Janeiro
O repertório não era sério, com canções como "Pingüins, já não os vejo pois não está na estação" e "Mandingas de Amor"  tentaram criar um nome no mesmo estilo, a primeira sugestão foi "As Cadeirinhas da Vovó". O nome "Paralamas do Sucesso" foi invenção de Bi Ribeiro, e adotado porque todos simplesmente acharam engraçado.  Inicialmente o grupo tinha dois cantores (Herbert só tocava), Ronel e Naldo, que saíram em 1982.
Ainda em 1982, Vital faltou a uma apresentação na Universidade Rural do Rio e foi substituído por João Barone, que assumiu de vez o lugar na banda. Escreveram tendo como "protagonista" seu ex-baterista, "Vital e sua Moto", e mandaram uma fita com essa e mais 3 músicas para Rádio Fluminense. "Vital" foi muito tocada durante o verão de 83, e os Paralamas tiveram a primeira grande apresentação ao abrir para Lulu Santos no Circo Voador. Também assinariam contrato com a EMI, gravando o álbum Cinema Mudo definido por Herbert como manipulado pelo pessoal da gravadora tendo ssim um sucesso moderado.


 Subida para a fama (1984-1990)

Em 1984 lançaram o álbum O Passo do Lui que teve uma enorme sequência de sucessos como Óculos, Me Liga, Meu Erro, Romance Ideal e Ska e aclamação crítica levando o grupo a tocar no Rock in Rio no qual o show dos Paralamas foi considerado um dos melhores.

Depois de grande turnê com o sucesso do segundo disco, lançaram em 1986 Selavagem?. Bem mais politizado, o álbum contrapunha a "manipulação" desde sua capa (com o irmão de Bi no meio do mato apenas com uma camiseta em torno da cintura), e misturava novas influências, principalmente da MPB. Com sucessos como Alagados e A Novidade (a primeira com participação de Gilberto Gil, e a segunda co-escrita com ele), e ainda Melô do Marinheiro e Você (de Tim Maia), Selvagem? vendeu 700.000 cópias e credenciou os Paralamas a tocar no cultuado Festival de Montreoux, em 1987.


Do show no festival da cidade suíça viraria o primeiro disco ao vivo da banda, D. Nele, a novidade em meio ao show com os sucessos já conhecidos, era a inclusão de um "4º paralama", o tecladista João Fera, que excursiona com a banda até hoje, como músico de apoio.
Os Paralamas também fizeram turnê pela América do Sul, ganhando popularidade na Argentina, Uruguai, Chile e Venezuela.
O sucessor de Selvagem? Bora-Bora de 1988 acrescentou metais ao som da banda. O álbum mesclava faixas de cunho político-social como O Beco com faixas introspectivas como Quase Um Segundo e Uns Dias, reflexo talvez do fim do relacionamento com a vocalista da banda Kid Abelha, Paula Toller.  Bora-Bora foi tão aclamado pela crítica quanto O Passo do Lui.



Big Bang de 1989 seguia o mesmo estilo, tendo como hits a alegre "Perplexo" e a lírica "Lanterna dos Afogados". Seguiu-se a coletânea Arquivo em 1990, com uma regravação de "Vital" e a inédita "Caleidoscópio" (antes gravada por Dulce Quental, do grupo Sempre Livre).



Sucesso, só na Argentina (1991-1994)

O começo da década de 1990 foi dedicado às experimentações. Os Grãos disco de 1991, deu maior enfoque nos teclados e menor apelo popular, não foi bem nas paradas apesar de ter tido 2 sucessos, Trac-Trac - versão do argentino Fito Páez  e Tendo a Lua e nem vendeu muito. Algo que também pode ser atribuído à grave crise econômica pela qual o Brasil passava. Após uma pequena pausa (na qual Herbert lançou seu primeiro disco solo), o trio retorna aos shows, que continuavam cheios embora a banda passasse por fortes críticas da imprensa. No fim de 1993, a banda viaja para a Inglaterra, onde sob a produção de Phil Manzanera, gravam Severino.



 O álbum, lançado em 1994, teve participação do guitarrista Bryian May da banda inglesa Queen na música "El Vampiro Bajo El Sol". Este disco era ainda mais experimental, com arranjos muito elaborados, e foi ignorado pelas rádios e grande público, vendendo apenas 55 mil cópias.
Mas se no Brasil os Paralamas estavam esquecidos, no resto da América eles eram ídolos. Paralamas (1992), coletânea de versões em espanhol e Dos Margaritas (a versão hispânica de Severino) estouraram principalmente na Argentina.

 

Volta às paradas (1995-2000)

A despeito das fracas vendagens do CD, a turnê de Severino estava sendo muito bem sucedida com o público recebendo sempre bem os Paralamas. Uma série de três shows gravada no fim de 1994 viraria em 1995 o disco ao vivo Vamo Batê Lata.
Era acompanhado de um CD com 4 músicas inéditas e o sucesso de "Uma Brasileira" que foi uma parceria de Herbert com Carlinhos Brown e participação de Djavan.
 Saber Amar e a controvertida Luís Inácio (300 Picaretas) que criticava a política brasileira e os anões do orçamento.  Esta atraiu a atenção de público e imprensa de volta aos Paralamas. A volta às canções de fácil compreensão e ao formato pop colaborou definitivamente para o retorno ao sucesso de crítica e público, resultando na maior vendagem da carreira da banda (900 mil cópias).
Também começou aí a fase dos videoclipes super produzidos, que levariam 11 VMB de 1995 a 1999, começando por Uma Brasileira, vencedor nas categorias Clipe Pop e Escolha da Audiência.

Nove Luas, de 1996 e Hey Na Na, de 1998 continuaram o caminho de êxito com faixas como Lourinha Bombril, La Bella Luna e Ela Disse Adeus (Nove Luas vendeu 250.000 cópias em um mês, enquanto Hey Na Na vendeu o mesmo em apenas uma semana).


Em 1999 a MTV Brasil chamou os Paralamas para gravar um Acústico MTV. O álbum, com canções menos conhecidas e as participações de Dado Villa-Lobos ex-Legião Urbana, e da Banda Vitória Régia (que sempre acompanhou Tim Maia em seus shows), vendeu 500.000 cópias, ganhou o Grammy Latino e teve turnê de shows lotados.

Em 2000, lançaram uma segunda coletânea, Arquivo 2, com músicas de todos os álbuns entre 1991 e 1998 (exceto Severino), uma regravação de "Mensagem de Amor" e a inédita "Aonde Quer Que Eu Vá", parceria de Herbert com Paulo Sérgio Valle (a dupla também escrevera sucessos para Ivete Sangalo).
Em 4 de feveriro de 2001, um ultraleve pilotado por Herbert Vianna teve um acidente em Mangaratiba. A mulher de Herbert, Lucy, estava a bordo e morreu. Herbert fora resgatado e levado para a capital. As sequelas foram duras (Herbert acabo preso a uma cadeira de rodas), mas assim que Herbert mostrou que podia tocar, Bi e João resolveram voltar aos ensaios e gravar um disco cujas canções já estavam preparadas antes do acidente.

Longo Camnho foi lançado em 2002. O som voltava ao principio, sem metais, em busca de um som mais cru. Uma apresentação no programa Fantástico da Globo, serviu como a reestreia da banda, pós-acidente. A volta às turnês teve muito êxito, com shows lotados até pela curiosidade do público em saber das reais condições de Herbert e da ansiedade em ver a banda reunida novamente. Tudo isso aliado aos novos sucessos radiofônicos O Calibre, Seguindo Estrelas, e Cuide Bem do Seu Amor - esta última incluída na trilha sonora da novela Sabor da Paixão, impulsionou as vendas de Longo Caminho, que chegaram a 300 mil cópias.


 
Aproveitando o caráter fortemente emocional e emocionado dos shows da turnê, a banda grava Uns Dias Ao Vivo, cd duplo em 2004, cheio de participações especiais como  Dado Villa-Lobos, Andréas Kisser, Edgard Scandurra, Djavan, Nando Reis, Paulo Miklos e Roberto Frejat. O disco mostrou uma banda pesada como quase nunca havia se visto. Velhos sucessos, como "Meu Erro", ganhavam versões turbinadas. As novas músicas soavam ainda mais cruas. Além de tudo, a banda decidira fazer a primeira parte da apresentação num pequeno palco armado no meio da pista. A proximidade com o público colaborou para que o resultado final ficasse caloroso e captasse fielmente a emoção dos shows.

Em 2005, os Paralamas lançam Hoje, o primeiro com músicas totalmente inéditas. A recepção foi boa e músicas como 2A, Na Pista e De Perto fizeram sucesso embora não tenham sido grandes hits. Mesmo com o disco voltando a trazer um som mais solar, com a volta do uso de metais não esquecia a parte pesada que havia sido abordada em Longo Caminho, em canções como 220 Desencapado, Ponto de Vista - que contou com o auxílio de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura - e Fora de Lugar. Ainda havia uma regravação de Deus lhe Pague, de Chico Buarque, escolhida numa votação no site oficial da banda.



Em 2008, os Paralamas completam 25 anos de carreira, comemorados com uma série de shows junto com os Titãs, também há 25 anos na estrada. A série de shows culminou em um espetáculo realizado na Marina da Glória, Rio de Janeiro, lançado em CD e DVD e intitulado Paralamas e Titãs: Juntos e Ao Vivo.


Em 2009, os Paralamas lançam seu mais recente disco, Brasil Afora, que ficou primeiramente disponível para download (com uma música à mais) e pouco depois foi lançado em CD. O disco conta com as participações de Carlinho Brown e Zé Ramalho, fora uma versão de uma música de Fito Paez.
Em dezembro de 2010, os Paralamas gravaram no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro o CD e DVD Multishow Ao Vivo Brasil Afora que contou com as participações de Pitty no classico " Tendo a Lua " de Zé Ramalho no hit " Mormaço " . O lançamento do DVD ocorreu em Abril de 2011 em um especial do canal Multishow.

Luciano Almeida

terça-feira, 22 de maio de 2012

Faleceu Adam Yauch, co-fundador , com Mike D, dos Beastie Boys


Faleceu na sexta-feira, dia 04 de maio de 2012, Adam Yauch. Co-fundador , com Mike D, dos Beastie Boys, rapper, músico, compositor (para os Beastie Boys e outros artistas), realizador (responsável por vídeos dos Beastie Boys os quais assinava como  Nathaniel ), pacifista e um dos criadores do Free Tibet Music Festival.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Morre Robin Gibb, dos Bee Gees, aos 62 anos


Morreu no domingo o músico britânico Robin Gibb, um dos três irmãos que formaram o grupo Bee Gees, que tornou-se mundialmente famoso nos anos 1960 e manteve o sucesso durante várias décadas com hits da música pop.

Gibb, de 62 anos, estava em tratamento contra um câncer de cólon e fígado, segundo sua família.

Ele deu início a sua carreira musical quando formou o grupo com seus irmãos Barry e Maurice, em 1958.
A banda está entre as mais bem sucedidas de todos os tempos. Seus maiores sucessos são as músicas que fizeram parte da trilha sonora do filme Embalos de Sábado à Noite, estrelado por John Travolta, como Stayin' Alive e How Deep is Your Love.
Em um comunicado, a família de Gibb disse estar anunciando sua morte com "profunda tristeza".
Robin Gibb sofria de câncer havia muitos anos e ficou em coma por 12 dias em abril, depois de contrair pneumonia. Seu irmão gêmeo, Maurice, morreu em 2003.

Legado

Os irmãos Gibb nasceram na Ilha de Man mas cresceram em Manchester, no centro-norte da Grã-Bretanha, antes de se mudarem para a Austrália.
Desde os primeiros hits nos anos 1960, os Bee Gess ultrapassaram vendas de 200 milhões de discos em todo o mundo.
"Todos deveriam estar cientes do fato de que os Bee Gees ficam apenas em segundo lugar atrás de Lennon e McCartney como o grupo de compositores mais bem sucedido da música popular britânica", disse o radialista Paul Gambaccini.
Robin Gibb tinha "uma das melhores vozes de soul branca de todos os tempos", disse o comunicador, acrescentando que as conquistas do grupo foram "monumentais".
"Não só eles compuseram vários hits próprios, mas também escreveram músicas de enorme sucesso para Barbra Streisand, Diana Ross, Dionne Warwick, Celine Dion, Destiny's Child... a lista não acaba", diz Gambaccini.

O ex-premiê britânico Tony Blair, amigo pessoal de Gibb, fez sua homenagem ao cantor dizendo que iria "sentir muita falta dele".

"Robin era não só um compositor e músico excepcional e extraordinário, mas também um ser humano muito inteligente, interessado e engajado", disse.

Luciano Almeida

sábado, 19 de maio de 2012

Grande presença da Banda Guff no programa Original de Fábrica

A noite de sexta-feira começou em alto astral na Rádio Barraviva Web. O programa Original de Fábrica recebeu a visita de Beto Silva e Kati Porto da banda Guff.

Rolou um longo bate-papo bem legal e foi repassada toda trajetória da banda desde o seu início até os dias de hoje. O clima descontraído acabou levando ao inevitável...

Beto pegou seu violão e mandou ver uma baita canja tocando junto com a Kati várias múcias do repertório da banda. Grandes amigos e ótimos profissionais!










           Noite memorável no Estúdio da Rádio Barraviva Web.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Banda Guff AO VIVO no Programa Original de Fábrica dia 18/05




Formada em 2008, e com influências da fase consagrada do rock nacional a Guff vem somando elogios por onde passa.
Já teve seu trabalho divulgado em várias rádios e acumula apresentações em festivais no sul do país.
Este ano a banda lançará seu primeiro disco intitulado “Guff”, com participações mais do que especiais de Oly Jr. E Otávio Moura.

A banda é composta por Beto Silva (Guitarra, violão e voz), Kati Porto (Bateria e backing vocal), Hector Vinícios (Baixo) e Felipe Pacheco(Guitarra)

Contatos para Shows:

www.marquise51.com.br
Fone: (51) 30137914
myspace.com/guffband

O pessoal é muito bom, recomendo !
Luciano Almeida

terça-feira, 15 de maio de 2012

NEIL YOUNG & CRAZY HORSE - "OH SUSANNAH" (NOVO VÍDEO)

De "Americana", o novo disco de Neil Young & Crazy Horse, a ser editado a 5 de Junho, há um primeiro single, "Oh Susannah", um dos clássicos da história da música na América e que muitas crianças aprendiam na escola.
A propósito deste álbum de clássicos, Neil Young abriu um concurso online para quem quiser apresentar versões desses temas (no seu álbum). O vencedor receberá 1000 dólares.


Alguém se habilta ?


Luciano Almeida

Dee-Lite, responsáveis por redefinir os padões da sua época.


Dee-Lite foi um trio de música house originário de Nova Iorque, que ficou muito famoso pelo hit  "Groove Is The Heart", redefinindo padrões para o cenário da música eletrônica, ao inserir uma boa dosagem de humor.

Esse som é do meu tempo, muito bom.

She & Him - Why Do You Let Me Stay Here


She & Him é uma banda folk americana de indie pop constituida por Zooey Deschanel (vocais, piano e banj ) e M.Ward (guitarra e produção). Foi formada em 2006, em Portland, Oregon. Seu primeiro álbum, Volume One, foi lançado pela Merge Records em março de 2008. O duo é aumentado pelos músicos Rachel Blumberg (bateria), Mike Mogis (pedal steel guitar e bandolim e Mike Coykendall (baixo e guitarra).

Muito bom, recomendo.

Luciano Almeida

No dia 14 de Julho, Robert Smith e companhia estarão no Optimus Alive para delírio de diversas gerações!


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Tributo a Engenheiros do Hawaii no Programa Original de Fábrica







Foi em Porto Alegre, perto do natal e sob o calor escaldante de dezembro de 1984. Eram quatro estudantes da Faculdade de Arquitetura da UFRGS. Resolveram eles, formar uma banda apenas para UMA apresentação.
Um festival da faculdade que aconteceria por protesto à paralisação das aulas.Escolheram o nome da banda para satirizar seus colegas de UFRGS, os caras  da engenharia andavam com bermudas de surfista e tinham rixas permanentes com a faculdade de Arquittura.
Seu primeiro show, o inesquecível dia 11 de janeiro de 1985. No calor do verão gaúcho, em meio à rixas e fórmulas de matemática.

Humbreto Gessinger, Carlos Stein, Marcelo Pitz e Carlos Maltz


              Nascia os ENGENHEIROS DO HAWAII !!

Começaram então a surgir propostas para novos shows e após algumas apresentações em palcos alternativos de Porto Alegre juntamente com uma série de shows pelo interior do Rio Grande do Sul. A banda em menos de quatro meses de carreira já consegue gravar duas músicas na coletânea Rock Grande do Sul ainda em 1985 com diversas bandas gaúchas em razão de uma das bandas vencedoras do concurso adicionador à coletânea, ter desistido da participação do álbum na última hora.

Quando a banda seguiu com seus ensaios durante a greve da faculdade, Carlos Stein realizou uma viagem, o que acabou inviabilizando sua permanência no grupo, tempos depois ele passa a integrar a banda Nenhum de Nós.   Meses passaram, e os Engenheiros do Hawaii gravam o seu primeiro álbum: Longe Demais das Capitas, em 1986. O norte musical do disco apontava para um som voltado à música pop, muito próximo segundo eles a sonoridade de bandas como o The Police e os Paralamas do Sucesso. No disco destacam-se as canções "Toda Forma de Poder", que foi tema da novela Hipertensão da Rede Globo e " Eu Ligo Pra Você ", além de Longe Demais das Capitais ".




Antes de começarem as gravações do segundo disco, Marcelo Pitz deixa a banda por motivos pessoais. Com Gessinger assumindo o baixo, entra o guitarrista Augusto Licks, que havia trabalhado com Nei Lisboa.
Os Engenheiros lançam o disco A Revolta dos Dândis em 1987. A banda muda o direcionamento temático, iniciando uma trilogia baseada no rock progressivo. Disco com repetições de temas gráficos e musicais e letras em que ocorre a auto-citação. Os arranjos musicais são influenciados pelo rock dos anos 60, as letras são críticas, com ocorrência de vários paradoxos e aparecem citações literárias de filósofos, como Sartre. Destaco os hits "Infinita Highway", "Terra de Gigantes", "Refrão de Bolero" e a faixa título, dividida em duas partes. 
Começam os shows para grandes platéias nos centros urbanos do país como o festival Alternativa Nativa, realizado no Maracanãzinho entre 14 e 17 de junho de 1988. Garotos ainda inexperientes mas nem o tropeço literal de Humberto no palco, na primeira musica, e que resultou na quebra de seu baixo, fez com que o trio perdesse o rebolado diante de mais de 20 mil pessoas que lotavam o estádio. A partir desta data, os Engenheiros encheriam ginásios e estádios pelo Brasil afora. Porém, houve polêmicas e a banda chegou a ser acusada de elitista e fascista pelo conteúdo de suas letras. As polêmicas se intensificaram quando membros da banda se apresentaram com camisetas estampadas com a Estrela de Davi e a Suástica.

O disco seguinte, Ouça o que Eu Digo: Não Ouça Ninguém de 1988, pode ser visto como uma continuidade do anterior, tanto pelo trabalho da capa do álbum como pelo tema e estilo de suas canções. Destacaram-se as músicas "Somos Quem Podemos Ser", "Tribos & Tribunais", e a faixa-título do disco. O álbum também marca a saída dos Engenheiros da cidade de Porto Alegre indo morar no Rio de Janeiro.

Consolidada a nova formação, os Engenheiros lançam Alívio Imediato, em 1989, quarto disco da banda e o primeiro registro ao vivo. Suas canções mostram uma retrospectiva de suas principais canções e as novas perspectivas a serem incorporadas, em especial o som mais eletrônico, presente na faixa título e na música "Nau à Deriva", ambas gravadas em estúdio e as demais gravadas ao vivo no Canecão, no Rio de Janeiro.


 

Mudança para o Rio de Janeiro

O disco seguinte, O Papa é Pop, de 1990 consolida a mudança de sonoridade da banda. Puxados pelo sucesso "Era um Garoto que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones", regravação de uma velha canção do grupo Os Incríveis  que por sua vez  havia  feito uma versão de Gianni Morandi) e a faixa-título. O quinto disco dos Engenheiros investe no som progressivo, calçado nos solos de guitarra de Licks e em uma base mais eletrônica de teclados e bateria. Gessinger passa a assumir também os teclados da banda e começam a surgir as baladas de piano e voz da banda. São dele as canções "Anoiteceu em Porto Alegre", "O Exército de um Homem Só" , "Pra Ser Sincero" e "Perfeita Simetria" (versão alternativa da canção "O Papa é Pop"). Em meio aos novos sucessos, uma antiga canção, "Refrão de Bolero", oriunda do segundo disco, A Revolta dos Dândis, também era bastante executada pelas rádios. Aclamados pelo público e massacrados pela crítica, os Engenheiros do Hawaii consagram-se no Rock in Rio II, arrancando elogios do jornal americano New York Times, e mais uma vez ignorados pela Folha de São Paulo.


O ano de 1991 marca o lançamento do sexto disco, Várias Variáveis, que completa a trilogia iniciada no segundo e terceiro discos da banda. Existe redução dos efeitos eletrônicos e a retomada de um som mais rock 'n' roll, não se repete o mesmo sucesso do disco anterior mesmo tendo a canção "Herdeiro da Pampa Pobre", regravação de um antigo sucesso de Gaúcho da Fronteira, bastante executada nas rádios. Este é um dos discos que contém as melhores letras do grupo, porém, o som não é o forte do álbum, sendo o mesmo questionado hoje até pelo próprio Gessinger. Pode-se dizer que foi um disco seminal, pois canções como "Piano Bar", "Muros & Grades" e "Ando Só", em regravações em outros discos estabeleceram-se como algumas das melhores da banda.

No ano seguinte, 1992 é lançado o sétimo disco, Gessinguer, Licks & Maltz, ou GLM, inspirado no famoso logotipo ELP de Emerson, Lake & Palmer. O som continua mesclando elementos de MPB e rock progressivo com destaque para as canções "Ninguém = Ninguém", "A Conquista do Espaço", "Pose" e "Parabólica", canção que Gessinger fez em homenagem a sua filha Clara, nascida em fevereiro desse mesmo ano.




O oitavo disco dos Engenheiros é o semi-acústico Filmes de Guerra, Canções de Amor, de 1993, gravado ao vivo na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. A banda considerava este disco como acústico pois condicionava tal formato à ausência de bateria e às guitarras semi-acústicas. Na época não existia a febre de acústicos gravados pelos grandes nomes nacionais o que denota o caráter visionário dos Engenheiros. O disco foi gravado ao vivo por uma decisão da banda de gravar um álbum ao vivo a cada três álbuns, uma idéia do Rush que sempre fez o mesmo. Com guitarras acústicas, percussão, piano, acordeom e participação da Orquestra Sinfônica Brasileira em três faixas regida por Wagner Tiso, as velhas canções – como "Muros & Grades", "O Exército de um Homem Só" e "Crônica" – e novas composições – como "Mapas do Acaso" e "Quanto Vale a Vida?", ganharam arranjos que apontavam para o blues, a música tradicionalista e a erudita o que ressaltou  a excelente qualidade das letras dos Engenheiros. A banda chegou a participar, ainda no mesmo ano, do festival Hollywood Rock Brasil, junto com os brasileiros do Biquini Cavadão, De Falla, Dr. Sin e Midnight Blues Band. Entretanto não foram bem recepcionados e receberam muitas vaias o que é compreensível.  Eles se apresentaram no mesmo dia de L7 e Nirvana.

O ano de 1993 marca também a primeira excursão dos Engenheiros pelo Japão e Estados Unidos. Porém, no final deste mesmo ano, discussões e rixas internas acabaram por resultar na saída do guitarrista Augusto Licks. Inicia-se então uma longa disputa jurídica pela marca "Engenheiros do Hawaii", tendo Gessinger e Maltz finalmente ficado com o nome da banda.

 

Tempos de tempestade 

 

O passo seguinte foi remontar os Engenheiros, com a entrada do guitarrista Ricardo Horn  posteriormente, também ingressam na banda: Paolo Casarin (acordeão e teclados) e o guitarrista Fernando Deluqui (ex-RPM). Após dois anos sem gravar, os Engenheiros lançam em 1995 o álbum Simples de Coração. O som é mais pesado, com climas regionais gaúchos dados pelo acordeom de Casarin. Destaco as as canções "A Promessa", e  inda a canção "O Castelo dos Destinos Cruzados", em que o baterista Maltz assume os vocais. O disco Simples de Coração também teve uma versão em inglês, que não chegou às vendas.
Paralelamente às gravações do Simples de Coração, Gessinger monta o trio " 33 de Espadas " para tocar música instrumental. Ao fim da turnê de Simples de Coração, a banda passou por outra grave crise, a formação "quinteto" foi temporária. Longe do sucesso de outros tempos, os Engenheiros começam a pensar em seguir outros caminhos. O " 33 de espadas " faz sua estréia já com a formação que viria se chamar "Humberto Gessinger Trio", tendo Luciano Granja na guitarra e Adal Fonseca na bateria. O grupo lançou um disco, também intitulado HG3 em 1996. O clima enxuto do disco, basicamente com bateria, baixo e guitarra, lembra os primeiros trabalhos de Gessinger, como exemplificam as canções "Vida Real" e " Freud Flintstone " Paralelo a esse fato, Carlos Maltz envolve-se numa trilha mística e resolveu abandonar os Engenheiros. A partir daí, o baterista monta o grupo "A Irmandade". Durante a turnê do HG3, há uma constante troca de nome das bandas. Os shows que deveriam ser anunciados como HG3 ainda eram apresentados como Engenheiros do Hawaii. A verdade é que para um produtor anunciar um show dos Engenheiros do Hawaii, banda nacionalmente conhecida, era muito mais fácil e rentável que apresentar como Humberto Gessinger Trio, nome absolutamente desconhecido.




Reconhecendo que era inviável seguir com o nome da nova banda, Gessinger volta a admitir-se como um Engenheiro do Hawaii. Para que haja alguma diferença entre o HG3 e o "novo" Engenheiros do Hawaii, ele convida Lúcio Dorfmann a assumir os teclados do grupo configurando um novo som à banda, bem próximo ao pop que predominava no mercado musical da época. O disco Minuano de 1997, marca a volta dos Engenheiros do Hawaii com este nome. O álbum mescla influências regionalistas e conta com arranjos de violino que lembram o folk, Este disco torna-se mais leve e com a sonoridade mais vaga da banda. Emplaca o sucesso "Alucinação", um cover para uma antiga canção de Belchior, esta música não foi remaserizada propositalmente. O disco ainda marcou a saída dos Engenheiros do Hawaii da BMG. A saída se deu com o lançamento de um box em formato de lata, intitulado Infinita Highway, contendo o relançamento de todos os dez discos da banda até então. Todos foram remasterizados, com exceção dos dois últimos Simples de Coração e Minuano.

¡Tchau Radar!, de 1999, marca a entrada dos Engenheiros para a Universal Music e exibe uma maior maturidade do grupo onde as influências musicais da banda ficam mais evidentes (folk rock, rock'n roll dos anos 60, rock progressivo e MPB)  Com boas composições de Humberto como. "Eu Que Não Amo Você", além de duas covers: "Negro Amor" ("It's All Over Naw Baby Blue", de Bob Dylan) e "Cruzada" (de Tavinho Moura e Marcio Borges), esta contando com arranjos de orquestra, como é comum em várias faixas do álbum.

Nova fase 

 

Da turnê de ¡Tchau Radar!, surgiu o terceiro disco ao vivo da banda, e o décimo segundo de sua carreira: 10.000 Destinos. Novamente, Gessinger repassa o repertório consagrado da banda em novas versões divididas em um set acústico e um elétrico e conta com a participação de Paulo Ricardo, cantando "Rádio Pirata" do RPM, e do meu amigo Renato Borghetii nas canções "Refrão de um Bolero" e "Toda Forma de Poder". Com faixas-bônus, gravadas em estúdio, acompanham as inéditas "Números" e "Novos Horizontes", além da regravação de "Quando o Carnaval Chegar", de Chico Buarque.


Alguns meses após a apresentação no Rock in Rio III em 2001 Lúcio, Adal e Luciano saem da banda e montam outro grupo, Massa Crítica, mudando novamente a formação dos Engenheiros. Lúcio, Adal e Luciano são substituídos por Paulinho Galvão (guitarra), Bernardo Fonseca (baixo) e Gláucio Ayala (bateria). Gessinger volta a tocar guitarra após 14 anos responsável pelo contrabaixo dos Engenheiros. Com essa nova formação eles regravam algumas músicas da banda e lançam uma re-edição de seu último disco, agora intitulado 10.001 Destinos. Duplo, o disco traz as mesmas faixas do disco precursor, e novas versões de estúdio de canções como  "Novos Horizontes" e  Nunca Se Sabe.
Com essa formação, seguiam novamente o mercado musical de som mais limpo e pesado. Isso se confirma em 2002, com o lançamento do disco Surfando Karmas & DNA, disco que consolida a nova fase da banda e que tem a participação especial do ex-Engenheiro Carlos Maltz na faixa "E-stória". São destaques do disco a faixa título e a canções "Terceira do Plural", Há influência do punk rock e pop rock nas novas canções.




O disco seguinte, Dançando no Campo Minado, de 2003 mantém a regra: sonoridade muito similar ao seu antecessor com músicas curtas, guitarras pesadas e poesia crítica de Gessinger denunciando os males da globalização, da desilusão política e ideológica e da guerra na musica que dá nome ao disco. "Dançando no Campo Minado", porém, mostra um certo otimismo na parte mais emotiva da vida. Emplaca nas rádios a canção Até o fim.

Acústico MTV e Acústico II: Novos Horizontes (Turnês Acústicas) (2004 – 2008)

 

Para comemorar os vinte anos de banda, completados em 2005, os Engenheiros do Hawaii lançaram o CD e DVD Acústico MTV. O acústico tem as participações especiais dos músicos Humberto Barros e Fernando Aranha. Este último já havia feito uma participação especial no disco anterior. O álbum se diferencia dos demais por não trazer participações especiais, apenas "fraternais": Clara Gessinger, filha de Humberto, divide os vocais com o pai na canção Pose (executada com parte da letra cortada) e Carlos Maltz, co-fundador e ex-baterista dos Engenheiros, que canta junto com Gessinger a canção Depois de Nós, de sua autoria.
Além dos grandes sucessos, como Infinita Highway, Somos Quem Podemos Ser e O Papa é Pop e das canções recentes, como Surfando Karmas & DNA e Até o Fim, o disco traz as canções O Preço e Vida Real, ambas do álbum HG3. Por fim, acrescentam-se ainda as canções inéditas "Armas Químicas e Poemas" e "Outras Frequências". Durante a turnê do Acústico, Paulinho Galvão deixa a banda e seu posto é assumido por Fernando Aranha. Nos teclados por sua vez, o jovem Pedro Augusto assume o lugar.

O novo disco, Acústico II: Novos Horizontes, foi gravado nos dias 30 e 31 de maio de 2007 em São Paulo no Citibank Hall e foi lançado em agosto desse mesmo ano. Com nove faixas inéditas e nove regravações. O disco quebrou a seqüência de a cada 3 discos em estúdio, ser gravado um "ao vivo". Também foi palco de novas experiências para Gessinger como a viola caipira que usa em algumas músicas do álbum. Segundo ele, se tivesse que rever todas as obras dos Engenheiros do Hawaii, 'Novos Horizontes' é o que não mexeria em nada. Dou maior destaque para a faixaa inédita "Guantánamo.  No fim de 2007, o então baixista Bernardo Fonseca sai da banda e Humberto assume o baixo. Desde então a banda voltou a utilizar guitarras em seus shows.
No ano de 2008, após shows pelo Brasil inteiro, a banda termina a turnê acústica que começou em 23 de julho de 2004 com o lançamento do Acústico MTV.



 

Atividades interrompidas

 

Junto com a turnê, os Engenheiros terminam pelo menos temporariamente suas atividades. O vocalista e líder da banda, Humberto Gessinger declarou no site oficial da banda que os planos de retorno seriam somente agora em 2012,  ano que também se comemora os 25 anos do lançamento do álbum A Revolta dos Dândis, segundo LP dos Engenheiros. Vale lembrar que já é a terceira vez que Gessinger adia o retorno da banda.
Nos últimos quatro anos, Gessinger vem se dedicando ao Pouca Vogal, parceria com Duca Leindecker, vocalista do Cidadão Quem. Juntos eles cantam novas baladas e grandes sucessos de suas bandas. Também lançou 5 livros.



  • Meu Pequeno Gremista, 2008
  • Pra Ser Sincero - 123 Variações Sobre Um Mesmo Tema, 2009
  • Mapas do Acaso - 45 Variações Sobre Um Mesmo Tema, 2011
  • Agenda 2012 - 366 Variações Sobre Um Mesmo Tema, Agenda, 2011
  • Nas Entrelinhas do Horizonte, 2012
 Luciano Almeida - Programa Original de Fárica - 11/05/2012

quarta-feira, 9 de maio de 2012